AFRODITE
Escandalosa,
A noite leva-me para os teus braços,
Apresenta-me o
frio oportunista
Que força o meu
corpo,
A buscar abrigo
no teu.
E no aconchego quente
de teus braços,
Inundo de amor
o teu quarto,
E sinto o
pulsar de teu corpo
No atrito involuntário
e desesperado,
Causado pelo
desejo incontrolável.
Na manhã
seguinte,
É inevitável
Ri da
distancia física,
Que supõe
afastar-nos,
Cuja ignorância
não permite vê
Que és como um
Deus,
E Que quase te
amo,
Acima de todas
as coisas.
Camila Rodrigues.






