O cheiro de brisa em teu corpo,
O vento sapeca,
Sacudindo de leve um cacho dissonante em meu rosto,
Sacudindo de leve um cacho dissonante em meu rosto,
Perfumando o ar que respiro,
Esclarecendo o porque dos poemas que te fiz.
Esclarecendo o porque dos poemas que te fiz.
É o universo, meu fiel aliado, que vez por outra,
presenteia-me com tua doce voz ao pé do meu ouvido, Dizendo-me delícias acerca
dos prazeres que sentes em minha companhia.
O som produzido pela doce melodia de teu sorriso dengoso,
Com os olhos levemente fechados,
E o corpo sutilmente aberto,
Pela madrugada,
alma à dentro...
Camila Rodrigues.
Pela madrugada,
alma à dentro...
Camila Rodrigues.

