CAPOEIRA!
Ele achava tão bonito
aquele gingado
Aquele molejo no chão
de asfalto,
Sonhou que um dia quem
sabe...
Poderia fazer bonito o
que enchiam seus olhos de criança,
Uma luta, uma arte, que
até parece dança,
Muito mais que isso, um
recado de esperança.
E naquela poeira do
chão batido, começou o moleque a treinar
E com seus vôos meio perdidos,
lá ia o moleque brincar,
E brincando foi
conhecendo, esta cultura milenar.
Conheceu Exu, ogum, Oxossi
e obatalá
E ao som do berimbau
foi o moleque capoeirar,
Mostrou que sonhos só
são possíveis pra quem consegue sonhar
E que o limite não
existe na vida de quem nasceu pra gingar.
Camila Rodrigues.

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