quarta-feira, 13 de novembro de 2013

RESTOS...

RESTOS...

Dos teus olhos marejados,
Sobraram os rabiscos no papel.
Do sorriso matinal, só um enorme espaço vazio.
Da tua presença, ficou o cheiro frio da saudade,
Espalhando os ruídos do teu sorriso por dentro de mim.
Do brilho cintilante do dia, restou um sol inconveniente, agressivo, sangrento...
Como pode está tudo tão normal,
Se eu morri por dentro?...


Camila Rodrigues.

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