O sangue jorra dos olhos
E inunda os becos imundos
Lotados de almas esfarrapadas pelo mal uso dos sentidos,
E o choro não para...
Os ruídos sombrios ensurdecem a alma
E deixam um rastro de dor
Pelo caminho embriagado.
Perdido entre buracos e vielas
Que não levam ninguém a lugar nenhum
O prazer se confunde com a dor,
E o vicio é a única coisa que,
Ironicamente mantém vivos os sonhos...
Psicodélicos.
Camila Rodrigues.

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