O AMOR, O AMORZINHO
O AMOR, O AMORZINHO
O amor...
Essa criação patética,
Fruto da carência da humanidade.
Que expõe ao ridículo
Suas vitímas enfêrmas,
Que sempre acabam sozinhas.
Vaga pela madrugada
Tirando o sono de quem
Em um momento de fragilídade,
Acreditou inocentemente
Que o feliz para sempre existiría.
Mila Souza.
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