quinta-feira, 4 de outubro de 2012

CONSOLO DE MÃE


CONSOLO DE MÃE.

Abri mão da saudade
 E devolvi suas fotografias.
Molhei de leve,
Um sorriso de esperança
E vi o dia clarear.
Vesti-me de tristeza,
E fui me banhar no mar,
Pra encontrar repouso nos braços de Iemanjá.
Veio uma onda e me falou de você,
Mergulhei nas espumas e lembrei de você.
Enchi de ar o meu peito e perguntei pra Nanã;
Por que é minha mãe,
Que eu não aprendi a amar?
E a onda me trouxe um recado do mar,
Disse que amor de verdade,
Dói até quase matar.

Camila Rodrigues.

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